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Correctness-first
Antes de ficar rápido ou bonito, precisa estar correto. Testes são contratos.
Um squad enxuto de engenharia analítica, correctness-first, contratos por padrão, sem vaidade de métricas.
Cinco engenheiros, um contrato operacional: cada modelo tem owner, cada dashboard tem árvore de métricas, cada alerta vai para quem mantém a tabela. Não listamos pessoas atrás de iniciais que não podemos divulgar — listamos como o time funciona.
5 engenheiros entre data engineering, analytics engineering e BI. Sem intermediários, sem handoff offshore, sem SDR entre você e quem escreve dbt.
Mediana de 8 anos de produção em warehouse por engenheiro. Toda liderança de projeto já entregou pelo menos uma marts dbt-first em cliente com plantão.
Nenhum modelo sobe sem owner, schema tests e contrato de frescor. PR é revisado por humano que já viu o modelo quebrar em produção.
Internos. Não é blog-bait. Escrevemos um postmortem de cinco linhas para cada incidente, com ação corretiva mensurável, indexado por tabela.
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Antes de ficar rápido ou bonito, precisa estar correto. Testes são contratos.
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Uma métrica, uma definição, um lugar. Camada semântica é não-negociável.
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Sem instrumentação não existe dashboard, existe adivinhação.
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Se a métrica não muda uma decisão, ela sai do relatório.
Resumo git-log style de entregas por projeto.
Revisão de stack de 30 min. Voltamos com escopo, owner e contrato de frescor. Sem SDR, sem deck.